A palavra libertadora.

A palavra libertadora.

Deixe-me começar este vídeo esclarecendo que não sou a favor de se usar palavras de baixo calão. Outro dia eu estava na praia e escutei uma mulher falando um monte de palavrões apenas porque estavam extremamente inseridos no vocabulário dela. Olhei o não verbal, o entorno, a cadeira de praia, a toalha e tudo cheirava a decadência. Procurei lembrar de amigos bem sucedidos, pessoas milionários e lembrei que eles se utilizavam muito pouco desse tipo de linguajar. Não é uma questão de juízo de valor, de moralismo ou religiosidade. Estou falando da freqüência em que você vibra. Lembre-se: a vida te dá mais do mesmo. Tenho tanto o cuidado com não falar palavrão que institui uma gincana com minha família em casa.
No entanto não podemos confundir isso com a rigidez de nunca utilizar palavras que são proibidas por convenções sociais. Muito pelo contrário: toda rigidez é doentia. As vezes usar o que vou chamar de linguagem adulta é libertador. E quem afirmou isso pela primeiro vez foi Sigmund Freud. Freud descobriu que quando usamos em voz alta palavras consideradas tabus, isso produz uma transformação dinâmica em sua reação emocional. Freud utilizava palavras de baixo calão com o objetivo terapêutico, despertando em seus pacientes emoções profundas e libertadoras.

 

Relembrei isso nos Estados Unidos com o Anthony Robbins e lá ele curou muitos problemas de autoestima, inclusive alguns meus que ainda estavam pendentes, com uma dessas palavras e vou ensinar agora para vocês.

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Acredito que estamos construindo um espaço rico em aprendizagens para todos nós.

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Um forte abraço

Marcia Luz




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