Salvador, perseguidor e vítima: desmonte o jogo ou ele desmonta sua equipe .

Salvador, perseguidor e vítima: desmonte o jogo ou ele desmonta sua equipe .

Vivemos papéis o tempo todo: é o papel de pai, mãe, profissional, cônjuge, aluno, líder, entre tantos outros. Acontece que muitas vezes também adotamos condutas-padrão não saudáveis que constroem relações tóxicas entre as pessoas.
Existem jogos psicológicos atuando no palco da vida o tempo todo e se você não estiver atento para desarmá-los assistirá de camarote as consequências dentro de seu grupo de trabalho ou de sua família. Para isso não precisa ser psicólogo. Basta treinar o olhar e saber como atuar em cada um dos casos.

Eric Berne criador da teoria de personalidade chamada Análise Transacional classificou os tipos de condutas-padrão não saudáveis em três papéis: Salvador, Perseguidor e Vítima.
No episódio de hoje de Marcia Luz TV você vai aprender:
• O que são cada um desses papéis e como identificá-los atuando em sua equipe ou em sua família;
• De que forma o líder pode estar inadvertidamente provocando o início do jogo e como deve agir para que isso não aconteça;
• O que fazer para quebrar este ciclo e restabelecer relações saudáveis.

 

“Amar sem papel, sem jogos de poder, essa é a revolução”. Rita Mae Brown.

Então, aqui estão as minhas duas perguntas para você.
1. Você já viu esses jogos psicológicos acontecendo em seu grupo de trabalho ou sem sua família?
2. Como você faz para desarmá-los?
Por favor, deixe um comentário abaixo com suas respostas.
Agradeço antecipadamente por você ler, assistir e compartilhar!

Acredito que estamos construindo um espaço rico em aprendizagens para todos nós.

Estarei de volta toda terça-feira com novos episódios do Marcia Luz TV.

Mande suas dúvidas para plenitude@marcialuz.com.br e obtenha suas respostas aqui no programa.

Um forte abraço

Marcia Luz



5 Respostas

  1. Lucy Figueiredo

    13|out|2013 1

    Sim, já vi esses jogos psicológicos em várias situações. Julgo que eles acontecem por acharmos que somos indispensáveis e tomamos a frente em muitos momentos em que poderíamos nos “ausentar”. Somos os provocadores das relações tóxicas, sem nos darmos conta.
    Desfazê-los é tarefa difícil, mas temos que permitir que as pessoas resolvam suas questões sem nossa interferência e vamos ver que é possível. Daí, um passo, pois nos sentiremos mais confortáveis e seguros, deixando de de arcar com uma “carga” , que não é necessariamente nossa e que ajuda o crescimento de outrem e relações mais saudáveis. A dica é treinar, ousar e dar o primeiro passo, penso.

  2. normalice alves ferreira

    18|out|2013 2

    Márcia,
    Sou uma ex-aluna sua e sua admiradora.
    O video é uma excelente idéia.
    Sucesso,
    Norma

  3. Roberto Guimarães

    31|out|2013 3

    Existem lugares, grupos, organizações, totalmente contaminados por salvadores, vítimas, perseguidores, acuados de toda ordem. Para respirar aliviado, precisa-se aprender a desmontar esses joguinhos, normalmente feitos por pessoas que querem manobrar seus poderes e mante-los indefinidamente. Nada como resultados à tona, nada como resultados para mostrar quem está certo. Os melhores projetos sempre trazem os melhores resultados, ou conseguem nos divertir e realizar. Apesar dessas pessoas magoadas pela vida. Ensinar novos caminhos é uma solução também. Valeu Marcia (de novo).

  4. Vanessa Dias Mastrogiacomo

    31|out|2013 4

    Eu já viu esses jogos psicológicos acontecendo em meus grupos de trabalho e na minha família, e adorei os exercícios passados pela Marcia Luz, de quem eu já tinha ouvido falar muito bem e os comentários condizem com o que assisti nesse vídeo. Sucesso pra você, Marcia! Vou ver outros vídeos seus. Também gostei muito dos comentários dos colegas, em especial o do Roberto Guimarães. Abraços a todos e faço votos de que a cada dia cultivemos relacionamentos mais saudáveis! Vanessa.

  5. VIVIANE

    10|nov|2014 5

    Meu papel: Vítima. Sempre me senti uma bucha que suga as más atitudes do salvador e do perseguidor. Sempre me senti inabilitada a lidar com as más atitudes de outras pessoas me sentindo incrivelmente CULPADA por elas, como eles realmente queriam que eu me sentisse. Sempre me senti reprovável, errada e não aceita. Pesquisei a este respeito desse porque minha psicóloga captou isso em mim devido a um problema que trouxe à ela por vezes seguidas. Que alívio. O conhecimento liberta. Como diz a Palavra de Deus “E conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará.”João 8:32


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